Macaco, selfie, IA

Partindo do caso da “selfie do macaco”, Nuno Nunes, professor do DEI, reflete, num artigo publicado no jornal Expresso, sobre questões de autoria e responsabilidade na inteligência artificial (IA).
Alerta, no mesmo artigo, para o “determinismo encantado”, que apresenta a IA como autónoma e misteriosa, ocultando o papel humano e corporativo, ilibando, potencialmente, os criadores corporativos e os reguladores.
Termina indicando que a IA resulta de empresas, dados e trabalho humano, cabendo-nos escolher entre aceitá-la passivamente como um mistério ou compreender criticamente como foi criada e que visão do mundo reflete.
O artigo está disponível AQUI.
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