Anima machina

Partindo do universo de Blade Runner, Joaquim Jorge, professor do DEI, reflete, num artigo publicado no jornal Público, sobre a tendência para atribuir emoções e intenções aos sistemas de inteligência artificial (IA).

Alertando para o facto de a fluência dos chatbots não provar a existência de consciência, o professor aborda o fenómeno anima machina, conceito cunhado por si e pela investigadora Catarina Moreira, que traduz a tendência humana para atribuir “alma” a um programa de computador. O autor sublinha que este fenómeno pode contribuir para a desresponsabilização das pessoas e empresas que desenvolvem e utilizam estas tecnologias.

Por fim, defende a importância de identificar quem está por detrás das decisões tomadas com recurso à IA, garantindo que as decisões finais são supervisionadas por profissionais identificados e responsabilizáveis.

O artigo está disponível AQUI.

(imagem: Débora Rodrigues / Instituto Superior Técnico)

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