A IA, os dados de saúde e a medicina personalizada

Ana Teresa Freitas, professora, Presidente do DEI e investigadora no INESC-ID, assinou um artigo no jornal ECO onde reflete sobre a importância da correta obtenção e manipulação de dados na medicina moderna.

Partindo de uma pequena história, a professora Ana Teresa Freitas, explica como uma mutação genética inicialmente considerada benigna pode, anos mais tarde, ser reconhecida como a causa de uma doença rara, à medida que o conhecimento científico evolui. Através deste exemplo, demonstra a importância de dados de saúde continuamente atualizados e validados por especialistas para o treino de sistemas de inteligência artificial (IA).

Refere, igualmente, no artigo que a partilha federada permite reunir informação de hospitais de vários países, sem centralizar os dados dos doentes, reforçando a privacidade e que infraestruturas como os Trusted Research Environments (TREs), aliadas a técnicas adicionais de proteção, permitem analisar estes dados de forma segura.

Termina reforçando que o investimento na criação e manutenção deste tipo de estruturas é crucial para que possamos ter uma medicina cada vez mais personalizada e eficaz.

O artigo está disponível AQUI.

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