A IA e o futuro da educação e do trabalho

Num artigo publicado no jornal Público, Luís Caires, professor do DEI, refere que o entusiasmo em torno da inteligência artificial (IA) generativa tem alimentado receios exagerados sobre o desaparecimento das profissões qualificadas e sobre a perda de relevância da formação superior na área da informática.

No texto, o docente aponta três factos que ajudam a uma reflexão consciente e sóbria sobre o tema: as enormes dívidas acumuladas pelas gigantes tecnológicas que investem em IA, sem garantia de retorno financeiro sustentável; o esgotamento dos conteúdos criados por humanos necessários ao treino dos modelos; e o facto de estes sistemas dependerem de enormes quantidades de dados e poder computacional, exigindo processos extremamente caros.

Segundo o professor, “A questão de fundo não é tanto como ensinar com a IA ou como usar a IA, mas sim como podemos aprender e trabalhar melhor, com a IA e todo o tipo de ferramentas.”

O artigo está disponível AQUI.

(imagem: pexels / Daniil Komov)

Tópicos: